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Bicicleta com painéis solares nas rodas


Numa altura em que se tentam combater as alterações climáticas provocadas, entre outras, pela poluição atmosférica, o dinamarquês Jesper Frausig teve uma ideia excelente: a criação de uma bicicleta que pode ser movida aproveitando a energia do sol, como também, claro está movimentada pela forma tradicional, ou seja a pedalar, sendo este último, naturalmente, o método maios ecológico de todos os que possam existir para andar de bicicleta.

Dicas para evitar furos na bicicleta



Tinha esta bicicleta de corrida antiga já parada há vários anos, com a pintura em estado deplorável, tendo resolvido agora fazê-la regressar à vida, com uma pintura nova, com pneus e câmaras de ar novas e uma afinação geral.

Recuperação fácil e barata das sapatas de freio


Eu sempre recuperei os freios das minhas bicicletas. Já faço isto há mais de 50 anos, já o fazia quando ainda estavam em uso os chamados travões de alavanca nas antigas bicicletas pasteleiras. Primeiro comecei a usar borracha de pneus ou até de sapatos, mas agora estou a usar borracha de correias daquelas correias que se usam nas mais variadas máquinas e também em alternadores de carro. Encontram-se facilmente em sucatas e por isso esta recuperação das sapatas dos freios ficam quase a custo zero.

O que me leva a fazer isto não é tanto o dinheiro que se gasta a comprar sapatas novas, mas porque a borracha de que são feitas não dura tempo nenhum. Claro que os fabricantes não iam utilizar um tipo de borracha que durasse muito tempo, porque senão não vendiam e isso seria um problema para eles, mas eu é que não quero saber disso. A vida custa a todos e eu já poupei um bom dinheiro com estes trabalhos de recuperação de freios ou travões de bicicleta.

PINTAR A BICICLETA - segunda parte


Pintar a bicicleta” é um artigo deste blog com um bom índice de visualizações  e também um dos vídeos do meu canal do Youtube de maior sucesso, até agora. Sendo apenas superado pelo vídeo “Gerador eólico com alternador de automóvel”, é uma surpresa para mim, tendo em vista que, no meu entender, nesse canal se encontram outros pequenos filmes que poderiam despertar o interesse dos internautas, dado a sua componente didática.

SUBSTITUIR EIXO PEDALEIRO

Ainda há pouco mais de um mês relatava no blog em “substituir cubo e enraiair roda de bicicleta”, a substituição forçada do cubo de uma roda de trás e dizia também que um dos maiores problemas das bicicletas baratas eram as folgas que surgiam nos eixos das rodas e do centro pedaleiro. Nessa altura, na mesma bicicleta, já notava alguma folga no eixo pedaleiro, mas estava longe de imaginar que na mesma bicicleta e apenas após cerca de meio ano de uso e algumas poucas centenas de quilómetros percorridos este componente teria também de ser substituído.

As folgas no centro pedaleiro começaram a surgir logo aos primeiros quilómetros e ainda tentei fazer o seu ajuste apertando um pouco a caixa das esferas do lado esquerdo, pois que é regulável, mas esse aperto apenas disfarçou o problema e acabou por agravar a situação, pelo que fui obrigado a retirar os crenques e desmontar o eixo para ver o que se estava a passar.

Substituir cubo e enraiar roda de bicicleta

O maior problema das bicicletas baratas são as folgas que, passado pouco tempo, surgem nos cubos das rodas e também no centro pedaleiro. E não é preciso andar muito, pois em algumas bicicletas esses problemas começam a surgir após poucas centenas de quilómetros percorridos. O material não foi, claramente, preparado para aguentar muito esforço nem para durar muito tempo e isso é compreensível, se atendermos a que bicicletas que custam entre 50 e 100 euros, não podem estar equipadas com o mesmo material de outras que custam 300 euros e por aí acima.

Um conjunto de pedais que se estragasse ou o selim demasiado incómodo para quem necessita de fazer algumas dezenas de quilómetros semanais, seria material facilmente substituível e não causaria grande transtorno, mas o eixo pedaleiro ou as rodas a girar em “caroços de azeitona”, são para quem gosta de andar de bicicleta e que sabe o que isso é, um verdadeiro tormento.

Substituir ou reparar câmara de ar furada em poucos minutos

Substituindo câmara de ar no cimo de uma serra.
Depois de andar de bicicleta há meio século e de ter feito tantos quilómetros que, muito provavelmente, dariam para dar meia dúzia de voltas ao mundo e de ter substituído e remendado um número incalculável de câmaras de ar, aconteceu-me há dias, pela primeira vez, terem furado as duas rodas praticamente em simultâneo. Esse facto levou-me a vir falar no blog de substituição de câmaras e aplicação de remendos. Já há muito tempo que pensava em abordar este tema, mas ele tem vindo a ser sucessivamente adiado, pelo simples facto de que a Internet está cheia de artigos sobre isso, seja em sites, blogues ou em fóruns de ciclismo, etc. e esse assunto embora não esteja esgotado, nunca nenhum assunto o está, este artigo poderá ser apenas mais um no meio de muitos, que pouco ou nada de novo virá trazer aos utilizadores de bicicletas. Mas, ainda que assim seja, decidi dar também o meu contributo para tentar minimizar os contratempos causados pelos furos, contratempos que todos gostariam de poder dispensar.

Construção de um suporte para reparação de bicicletas

Enchimento da coluna do suporte de bicicletas
Por esta imagem ninguém diria que se está a fazer
um suporte para bicicletas.
Sempre reparei em casa as minhas bicicletas e as dos meus familiares e não só, pois já tenho feito alguns consertos em bicicletas de amigos que me pedem para o fazer, aliás, até já um dia estive prestes a montar uma pequena oficina, mas recuei nessa decisão por achar que não seria um negócio muito rentável. Depois de muitos anos a fazer esse trabalho achei que era tempo de ter um suporte para pendurar as bicicletas e fazer as reparações de uma forma mais cómoda, pois com a bicicleta encostada a uma parede ou a outra coisa qualquer ou mesmo no descanso (aquelas que o têm), não é muito prático, pois para alguns serviços é necessário estar agachado ou muito curvado e as bicicletas estão sempre a mover-se e também é preciso estar a virá-las de posição quando estão encostadas, para se ter acesso às partes a reparar.

Bicicletas de estrada para subir montanhas

Agora que as antigas bicicletas pasteleiras, são consideradas peças de coleção e apenas circulam ocasionalmente em concentrações, onde os seus donos as exibem orgulhosamente e que esse conceito de “pasteleira” (andar a pastelar, andar devagar), que marcou uma época, está ultrapassado, importa fazer algumas considerações sobre o tipo de veículo a pedal mais consentâneo com os utilizadores mais antigos, que não se identificam com os modelos mais em voga como as BTT ou “montain bikes” ou com as modernas bicicletas de estrada, que outrora eram mais conhecidas como bicicletas de corrida.

Nos meus tempos de infância e juventude ainda não tinham surgido, ou pelo menos não eram ainda muito vistas as bicicletas para todo o terreno. Nesse tempo os modelos mais utilizados eram as pasteleiras que, nos anos 60, estavam em evolução, com a produção de máquinas com um sistema de três andamentos, que funcionava embutido no cubo da roda traseira e os travões em forma de ferradura que eram acionados através de cabos e que vinham substituindo os travões de alavanca. Os ciclistas mais jovens começavam a optar pelas bicicletas de corrida, bastante diferentes das bicicletas de estrada de hoje, se comparadas principalmente pelo material com que eram produzidas. Naquele tempo o aço era o material mais usado na construção dessas máquinas e estas eram terrivelmente pesadas, no entanto já tinham carretos com três ou cinco andamentos, roda pedaleira dupla e um design desportivo que apaixonava os amigos do pedal.

PEÇAS DE ALUMÍNIO EM BICICLETAS


Já imaginou o que poderia acontecer se o guiador da sua bicicleta quebrasse quando fosse a circular numa descida a 40 km à hora, ou mais? Provavelmente iria desequilibrar-se e cair, podendo sofrer consequências graves.

Vem isto a propósito de um acidente que me aconteceu há dias, felizmente sem gravidade, talvez porque a velocidade a que ia era apenas de cerca de 10 km hora. O guiador de uma das minhas bicicletas quebrou junto ao espigão, repentinamente e sem nada que o fizesse prever. Por acaso, circulava em terreno plano e, como a velocidade era muito pequena, não cheguei a cair da bicicleta, tendo apenas originado um pequeno despiste. Já é o segundo guiador que me quebra e ambos eram de alumínio; da primeira vez que isto me aconteceu foi numa bicicleta de corrida com o guiador recurvado, já lá vão duas dezenas de anos. Agora era uma bicicleta de montanha, com quadro em aço e o guiador não era o original, tinha sido adquirido posteriormente. Para além dos guiadores também uma vez numa subida, pedalando em esforço, partiu um crenque também em alumínio. Nenhum destes acidentes causou grandes danos, só a contrariedade própria do acontecimento e umas pequenas escoriações, que me lembre.

PINTAR A BICICLETA

Já perdi a conta às bicicletas que pintei. Claro que isso não faz de mim um expert na matéria, nem sequer um bom pintor ou restaurador do que quer que seja.

Bem, mas agora que acabei de pintar mais uma bicicleta, ou melhor o quadro e a forqueta de uma bicicleta, porque normalmente nestas máquinas são só estes elementos que se pintam, achei que podia relatar essa experiência no blogue, não para ensinar como se faz, até porque existem muitas maneiras diferentes de realizar esse trabalho, mas apenas para dar a conhecer o modo como o fiz, que não deverá andar muito longe do que será normal num trabalho deste tipo, realizado de forma amadora. No entanto, em pinturas anteriores nem sempre procedi do modo como a seguir descrevo, pois nem todos os quadros estão no mesmo estado de conservação e pode, dependendo desse estado, não ser necessário arrancar toda a tinta antiga, bastando lixar sem chegar ao metal e, onde isso acontecer, aplicar apenas aí tinta primária anti-ferrugem e depois a tinta acrílica com a cor desejada.

A BICICLETA COMO INSTRUMENTO DE TRABALHO


A bicicleta do padeiro.
http://memoriasdomeubairro.blogspot.com/2010/07/padeiros.html

Há alguns anos atrás a bicicleta era muito utilizada por trabalhadores de várias profissões não só para fazerem as suas deslocações de casa para o local do trabalho e vice-versa, mas também como instrumento para a realização de tarefas próprias da profissão e muitos desses trabalhadores recorriam a esse meio para fazer o transporte de mercadorias, como os padeiros que utilizavam cabazes de verga feitos de forma dupla de modo a que assentassem no porta-bagagem das bicicletas, ficando a roda ao meio com uma parte do cabaz de cada lado, transportando assim o pão fresco que   distribuíam logo pela manhã.

BTT NA SERRA DA LOUSÃ

Quando, há quarenta e cinco anos atrás, adquiri a minha primeira bicicleta (uma velhinha pasteleira em segunda mão), este era o transporte utilizado pela maioria das pessoas, só ultrapassado por aqueles que utilizavam simplesmente as pernas para se deslocarem. Nesse tempo, a bicicleta era utilizada também no exercício de algumas profissões como carteiros, padeiros, GNR etc. Depois com a proliferação das motorizadas e mais tarde dos automóveis, foi perdendo importância como veículo de transporte, passando gradualmente a ser utilizada, principalmente, como equipamento de desporto e lazer. Hoje, salvo raras excepções, já ninguém a utiliza para fazer deslocações para o trabalho, nem que esse trabalho fique a poucos quilómetros de distância ou mesmo a apenas alguns metros e muito menos em deslocações profissionais.

OS CÃES DE RAFEIRA - Os cães amigos dos ciclistas

Andar de bicicleta é uma actividade saudável. Principalmente aos fins-de-semana encontram-se por toda a parte grupos de ciclistas, seja nas cidades ou no campo, percorrendo serras ou atravessando aldeias…

É um desporto que obriga a enfrentar alguns riscos, entre os quais se contam os cães, que saltam dos quintais ou correm atrás das bicicletas e que podem provocar quedas com consequências graves. Infelizmente, muitos donos parece que não têm consciência dos problemas que os seus cães podem causar e deixam andar os animais soltos e sem qualquer controlo, ou mantêm-nos em quintais que são separados da estrada por pequenos muros que eles saltam com facilidade.

São donos inconscientes mas, valha-nos isso, os cães com a sua inteligência, conseguem superar os donos. Foi o que aconteceu com os cães de Rafeira, uma pequena aldeia perdida algures num pequeno vale…

A BICICLETA


Para mim, a bicicleta foi uma das grandes invenções da humanidade. O homem sempre teve necessidade de se movimentar e, para isso, inventou ao longo dos tempos vários modos de locomoção que foi aperfeiçoando, tendo sempre em vista uma maior rapidez e conforto nas suas deslocações. Os vários tipos de transporte foram evoluindo e as bicicletas não fugiram a essa regra, tendo essa evolução chegado ao ponto de se construírem bicicletas movidas com a ajuda de motores eléctricos ou de explosão. No entanto, para mim, a bicicleta continua a ser um veículo que se movimenta através de pedais, pelo utilizador, e que assim continuará, por muito que se modernize, e será bom que assim seja pois o seu uso em detrimento de veículos motorizados será sempre agradável para o futuro do planeta. A bicicleta poderia e deveria ser mais utilizada em pequenas deslocações, o que seria muito benéfico para todos, bastando para isso deitar para trás das costas um certo comodismo que nos faz fazer deslocações de poucos quilómetros ou até de metros, utilizando o automóvel.

Uma bicicleta pasteleira de travões
de alavanca
Nos meus tempos de criança havia muito poucos automóveis a circularem nas ruas. Por isso, podia-se jogar à bola ou andar de bicicleta sem perigo de atropelamentos. Ainda não se fabricavam, ou não estavam difundidas no meu meio, bicicletas para crianças e, por isso, eu e os meus amigos utilizávamos por vezes, sem autorização e à socapa, as dos nossos pais. Como eram muito altas e não conseguíamos chegar com os pés aos pedais, aprendíamos a andar pedalando com uma perna metida por entre o quadro, o que era um exercício bastante difícil e até perigoso e que originava algumas quedas.

A minha primeira bicicleta foi comprada em segunda mão e custou 400$00 (quatrocentos escudos). Era uma pasteleira marca “Vouga”, de roda livre, sem mudanças e era de travões de alavanca. Nessa altura a maioria das pasteleiras tinham esse género de travões; no entanto, nessa altura, começavam a aparecer cada vez em maior número as bicicletas equipadas com travões de espia que eram, de facto, mais eficientes. Também os sistemas de mudanças que ainda eram pouco vistos em bicicletas pasteleiras, pelo menos na minha região, começaram a ser difundidos, sobretudo as chamadas mudanças ao cubo, pois era no interior do cubo da roda traseira, que por isso era algo volumoso, que funcionava um mecanismo que fazia as alterações na força a empregar aos pedais. Estes sistemas tinham três velocidades e nós costumávamos dizer que a 1ª era para subir, a 2ª para terreno plano e a 3ª para descidas. Um dado curioso é que, ao contrário do que acontece com as mudanças actuais (sistemas externos), em que as mudanças são engrenadas a pedalar, nas mudanças ao cubo era necessário interromper a pedalada para mudar de velocidade.

Naquela altura, antes da aquisição das nossas primeiras bicicletas de corrida, começamos a fazer uma autêntica revolução nas pasteleiras, tentando tirar-lhe aquele ar pesado e demasiado sóbrio, passando a despi-las dos guarda-lamas, guarda-correntes, porta-bagagens e outros acessórios que considerávamos completamente inúteis. Com a intenção de as tornar mais leves alguns chegavam até ao ponto de lhes tirar o dínamo e os faróis!

Na altura era obrigatório ter licença de condução de velocípedes (carta) para circular na estrada e também pagar o imposto de circulação. Recordo-me que quando comecei a usar a minha primeira bicicleta ainda não tinha a carta e, um belo dia, ou melhor numa bela noite (pois lembro-me que foi de noite) fui apanhado pela G.N.R., que me aplicou uma multa de cinquenta escudos. Parece pouco, mas naquela altura 50 “paus” era muito dinheiro e tive dificuldades em arranjar essa importância para fazer o pagamento da multa.

Entretanto já passaram mais de quatro décadas, mas as bicicletas continuam a fazer parte da minha vida. Actualmente tenho três ao serviço: uma BTT, para circular em estradas de terra e serras; outra, de rodas muito finas para viagens mais longas e estradas com bons pisos e uma terceira que serve para pequenas deslocações entre a minha casa e a chácara, deslocações dentro da vila e para ir às compras e fazer transporte de pequenas coisas.

Como em dias de chuva, é necessário um grande amor à modalidade para a praticar, adquiri em tempos uma bicicleta de ginástica onde pensava praticar ciclismo dentro de casa, evitando o desconforto dessa prática em dias típicos de inverno. No entanto nesta bicicleta não “percorri” mais de duas ou três dezenas de quilómetros, devido à monotonia deste desporto praticado dessa maneira. A verdadeira essência do ciclismo é a estrada, a natureza, o ar puro das montanhas, são os cabelos ao vento, o rosto fustigado pela chuva, é a verdadeira aventura e toda a adrenalina que isso representa.

Travões de disco
Travões V-Brake. Qual a melhor opção?
Devo dizer que sou eu que faço a manutenção e reparação das minhas bicicletas e que sempre adquiri modelos baratos, não só pela vantagem do preço inicial, mas também pelos custos de manutenção pois as peças das bicicletas de preços mais altos são também mais caras, como é lógico, o que pode tornar a prática do ciclismo um pouco dispendiosa. Apesar disto a última bicicleta todo-o-terreno que adquiri é uma excepção pois foi um pouco mais cara e isto aconteceu devido ao facto de me ter iludido um pouco com os novos sistemas de travões de disco usados nas bicicletas BTT. Um pouco erradamente pensava que estes sistemas seriam sinónimo de ter bons travões e portanto mais segurança, no entanto, após dois anos de utilização desta bicicleta, verifico que não é bem assim. É certo que têm algumas vantagens, a começar pelo facto de não desgastarem os aros da roda, e esta foi a principal razão pela minha opção por este sistema, pois nos travões V-Brake se não houver cuidado na substituição atempada dos calços, se o ferro dos mesmos atingir a roda, é certo que o aro é depressa destruído. Isto mesmo me aconteceu em várias rodas, portanto é recomendável vigiar os calços de modo a substitui-los antes das partes de ferro ou alumínio atingirem o aro.
Uma das grandes desvantagens dos travões de disco é, sem dúvida, o preço das pastilhas, que rondam os 15 euros ou mais cada par, dependendo do modelo. Em relação à qualidade da travagem, também não sei, não… É certo que isso pode depender de alguns factores, como o desgaste das pastilhas, o seu aquecimento e outras. Mas a experiência diz-me que os travões V-Brake quando bem afinados levam vantagem não só na qualidade da travagem, mas também no preço. Já me aconteceu em algumas descidas de montanha, mais acentuadas, ter de descer da bicicleta devido a não conseguir, com os travões, limitar o seu andamento. Devo dizer que estou a falar de travões de disco mecânicos (não hidráulicos) e que isto é apenas a minha opinião, que dou, baseada na minha experiência pessoal.

A respeito de bicicletas tenho muito para contar, mas tem que ficar para outra altura, porque afinal isto é um blogue, não um livro!

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