Mostrar mensagens com a etiqueta Coimbra. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Coimbra. Mostrar todas as mensagens

AS PONTES DE MADEIRA SOBRE O RIO MONDEGO

No século passado existiram em Coimbra algumas pontes de madeira que serviam para a travessia de peões entre as duas margens do rio Mondego. Apesar de serem construções rudimentares tinham a sua importância, numa época em que ainda se faziam deslocações a pé para o trabalho, para ir a feiras, ou por outros motivos. Eram pontes que permitiam encurtar distâncias, numa altura em que o automóvel ainda não estava ao alcance de muitos.

As pontes de madeira que atravessavam o rio Mondego, na zona de Coimbra, fazem parte do imaginário da cidade e de um rio que no verão deixava parte do areal a descoberto. Esse carácter estival do rio, que contrastava com fúrias súbitas no inverno, originou a alcunha de “Basófias” e inspirou a criação de poemas, como esta quadra de António Nobre.

NOVAS PONTES EM COIMBRA

Ponte restaurada para passagem de peões


Uma das mais antigas pontes de Coimbra foi restaurada para ser utilizada por peões. Esta ponte que estava desativada há vários anos livrou-se definitivamente da passagem de veículos automóveis e vai ficar ao serviço exclusivo de peões e ciclistas. Após a tragédia de Entre-os-Rios, em que ruiu uma ponte semelhante à da Portela do Mondego e que causou a morte a várias dezenas de pessoas, esta estrutura passou a ser olhada com desconfiança e terá sido isso que acelerou a construção de uma nova ponte na zona, se bem que essa obra fosse imprescindível a curto prazo, dado que já se estava a tornar obsoleta para o imenso tráfego que a cruzava e que não tinha outra alternativa por perto. O cruzamento de veículos na ponte era um martírio, especialmente quando havia cruzamento de veículos ligeiros com pesados, (não dava para fazer cruzamento entre dois véiculos pesados) dada a estreiteza do seu tabuleiro, onde também tinham de circular peões.

Mata Nacional de Vale de Canas


Os eucaliptos gigantes de Vale de Canas.

Na Mata Nacional de Vale de Canas, existem vários eucaliptos de grande porte e, segundo se diz, um deles será mesmo o mais alto da Europa, com cerca de 74 metros.

Um painel informativo no local chama a atenção para isso e, de facto, já tinha antes reparado na imponência dessas árvores. Infelizmente, também notei agora que algumas, senão todas essas árvores, apresentam sinais de que talvez não estejam de muito boa saúde, sinais que são dados pela anormal proliferação de rebentos ao longo de todo o seu tronco. Pelo que tenho observado, isso sucede quando passa o fogo por estas árvores e embora não aparentem ser imediatamente afetadas, mas tarde isso pode acontecer.

OBRAS NAS PONTES DA PORTELA DO MONDEGO



As duas pontes rodoviárias da Portela do Mondego, na estrada nacional 17, encontram-se em obras. Por esse motivo o trânsito na zona processa-se com alguma dificuldade, sobretudo nas horas de maior tráfego. A estrada nacional 17, ou estrada da Beira como também é conhecida, é uma via muito antiga que tem mantido ou até aumentado a sua importância no contexto regional onde está inserida. Não existem grandes alternativas para a entrada em Coimbra dos automobilistas que, dos concelhos de Miranda do Corvo, Lousã, Poiares, Góis e muitos, muitos outros se dirigem diariamente para a sua cidade.


Pontes na Portela do Mondego. Para além das duas pontes rodoviárias que
estão em obras, há ali uma terceira ponte, esta ferroviária, que também foi
recuperada e está à espera que os comboios voltam a passar sobre ela.

IC3/A13 - UMA NOVA ESTRADA

A autoestrada na zona de Almalaguês. Ao longe avistam-se os pilares
 de um viaduto em construção, no lanço que se dirige para Coimbra.
Já se encontra aberto ao trânsito o troço da A13, entre Penela e Condeixa, na extensão de 23 quilómetros. Esta estrada que resulta da conversão do novo IC3, no âmbito da subconcessão do Pinhal Interior que irá ligar Tomar a Coimbra, deverá estar concluída no 1º trimestre de 2013.

AS PONTES DO NOVO IC 3/A 13

Neste local está a iniciar-se a construção de uma ponte cujo tabuleiro irá ficar a cerca de 200 metros do fundo do vale.
Fica na zona de Ceira e sob ela passa o rio com o mesmo nome e também a Estrada Nacional 17 (Estrada da Beira).

PONTES DO MONDEGO


Praia fluvial de Palheiros e Zorro.

A praia de Palheiros e Zorro, situada na freguesia de Torres do Mondego – Coimbra, tem uma nova ponte pedonal. Esta ponte, construída em madeira, foi inaugurada em 30 de Junho de 2012 e veio substituir a antiga travessia que se encontrava bastante degradada e que era uma construção bastante tosca, com a estrutura em madeira de eucalipto.

CIMENTO E CO-INCINERAÇÃO

A finalidade do cimento é ligar entre si superfícies ou formar uma massa monolítica com partículas pequenas como as de areia ou cascalho. Embora o cimento Portland seja somente uma das classes de cimento que se conhece, é a mais importante para a construção devido à sua resistência e durabilidade. É empregado fundamentalmente em concretos e argamassas, devendo o seu nome “Portland”, ao seu descobridor, um pedreiro de nome Joseph Aspdin, que pensou que o seu aspecto era muito semelhante às rochas da região de Portland, na Grã-bretanha.

O cimento Portland é fabricado com pedra calcária e argila. A mistura é calcinada e o clínquer que daí resulta moído e convertido em pó. O processo de fabricação pode ser dividido em três etapas principais: a preparação das matérias-primas, a sua calcinação em fornos especiais e a moagem do clínquer para se obter o cimento em pó.

O FIM DA LINHA... DA LOUSÃ

A ponte ferroviária de Serpins. Uma grande fatia dos 10.000 contos gastos no percurso
 entre a Lousã e Serpins, deve ter sido aplicada aqui.
O rio Ceira foi o último grande obstáculo a transpor antes da linha de caminho-de-ferro chegar a Serpins. Foi construída uma ponte, a segunda maior de todo o percurso, com a particularidade de ser em curva, o que não é muito habitual em pontes ferroviárias. Foi com toda a certeza um investimento avultado na época, mas nessa altura existiam planos para o prosseguimento da linha até Arganil e não o seu fim prematuro ali, a menos de um quilómetro para lá da ponte.

LINHA DA LOUSÃ... A CAMINHO DO FUTURO!

Monumento de homenagem aos ferroviários em Miranda do Corvo.
Monumento de homenagem aos ferroviários em Miranda do Corvo.

A construção do Ramal da Lousã foi oficialmente anunciada por Portaria no reinado de D. Luís I, no ano de 1873. Em 1887 foi concessionada à firma Fonsecas, Santos & Viana uma linha de via reduzida entre Coimbra e Arganil, com passagem por Miranda do Corvo e Lousã. Esta mesma empresa solicita a substituição da via reduzida por uma via larga tendo em mente o possível prolongamento do Ramal da Lousã até à Covilhã, na Linha da Beira Baixa.

A LOCALIDADE DE COPEIRA

Placa identificativa de Copeira, uma localidade da freguesia de Santa Clara - Coimbra
Na minha postagem anterior, sobre o reservatório de água de Copeira, fui alertado através do comentário de um visitante sobre o facto daquelas instalações da empresa Águas do Mondego, servirem para abastecer a localidade de Copeira, não fazendo qualquer sentido, portanto, as deduções ou interpretações que fiz sobre aquela palavra.

COPEIRA

Ontem, domingo, passei junto a um reservatório de água construído recentemente, da empresa Águas do Mondego, situado à saída de Coimbra, na zona das Lajes, já em plena subida em direcção ao Marco dos Pereiros. Há vários municípios do distrito de Coimbra que vão ser abastecidos de água a partir do rio Mondego e por isso é fácil encontrar na região, em zonas altas, depósitos deste tipo, já construídos ou ainda em fase de obras. Até aqui nada de novo, no entanto algo neste reservatório me chamou a atenção e despertou a curiosidade, pois a placa identificativa colocada à entrada das instalações indica aquele depósito como sendo um “Reservatório de Água Copeira”, ou a Copeira de um reservatório de água. Não entendi muito bem.

AS PONTES DE MADEIRA EM COIMBRA






Era uma destas pontes que eu utilizava para ir à Quinta do Almegue. Penso que seria a da primeira foto mas também poderia ter sido a da segunda imagem e já agora, aproveitando para dar largas à imaginação
e brincando um pouco: "quem sabe se não teria sido aquela senhora, com a cesta à cabeça, que tropeçou no garrafão e o lançou ao rio?"