Projetos e engenhos caseiros sustentáveis - construção civil - agricultura - histórias de vida.
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Como fazer um anúncio chamativo para vender um terreno
REFORMAS E ACORDOS ORTOGRÁFICOS
Tiro
o c, ou ponho o c? …
Não
sei como proceder,
Mas…
se ele não se lê
O
que está ali a fazer?
Facto
sem c fica magrinho,
Mas
este não vou suprimir.
Este
facto não é de linho,
Não
serve para vestir.
E
o hífen… coloco ou não?
Há
palavras que sem ele
Fazem
uma grande confusão!
Uma
delas é semirreta,
Que
ficou cor ar de posse.
Parece
uma bicicleta
Com
rodas de motocrosse.
Apesar
de tanta calinada,
Que
estou para aqui a dizer
Não
quero ser uma letra calada,
Destinada
a desaparecer.
HISTÓRIAS DO OESTE
Era
uma vez no Oeste…
Sobre
a terra do Tio Sam.
Seriam
realidade ou ficção,
As
lutas que se travaram…
Toda
aquela confusão.
O
xerife, o pistoleiro,
A
Guerra da Secessão.
O
rancho e o vaqueiro,
O
bom, o mau e o vilão.
A
história do Oeste
É
a história do cinema
Que
até em países do Leste
Difundiu
este tema.
Estranho Abril
Após trinta e sete anos volvidos desde esse dia fantástico que foi o 25 de Abril de 1974, em que a esperança renasceu, depois da longa noite do fascismo, daquela madrugada em que os nossos gloriosos militares invadiram o Terreiro do Paço, eis-nos outra vez mergulhados na escuridão, na incerteza, com a nossa mítica praça a ser de novo invadida, não pelos nossos soldados que nos trouxeram a esperança de dias melhores, mas por estrangeiros, que nos vêm ditar ordens, impor medidas de austeridade, provocadas por décadas de incompetência e desvario daqueles em quem o povo tem confiado o seu destino, levado por promessas que quase nunca foram cumpridas.
Desse Abril longínquo, hoje já só resta a nostalgia. A esperança num futuro melhor que todos ambicionavam, com a introdução de leis e medidas justas, desapareceu completamente e deu lugar ao medo, à desconfiança, ao desespero…
Velho Barco, Abandonado...
AS OBRAS DE UM MARINHEIRO
A Internet, apesar dos malefícios que se lhe reconhecem é, sem dúvida, um meio muito importante na união e encontro de pessoas e também de aquisição de conhecimentos, que dificilmente seriam possíveis obter se não fosse a sua existência. Graças ao meu blogue já consegui entrar em contacto com alguns antigos colegas do tempo do serviço militar e outros, que embora não tenha conhecido durante esse período, posso agora e apesar de não os conhecer pessoalmente, considerá-los como verdadeiros amigos.
Um desses amigos é o antigo Cabo de Manobra, Eduardo Camilo, que esteve muitos anos ao serviço da Marinha e que conheci graças aos comentários no meu artigo “O Fim do Grupo nº 1 de Escolas da Armada”.
Muitos outros antigos marinheiros por aqui têm passado e deixado bem vincada a sua saudade e a sua mágoa pelo encerramento daquele Unidade da Marinha, alguns deixando o seu contacto na esperança de encontrar antigos camaradas da Marinha, historicamente conhecidos como “Filhos da Escola”.
HISTÓRIAS DO MONDEGO
Esta quadra de António Nobre, foi certamente inspirada pelo rio num dia de verão em finais do século XIX, quando este ficava reduzido a um pequeno curso de água e grande parte do seu areal ficava a descoberto. Essa imagem do rio ainda permaneceu durante muito tempo, em Coimbra, e eu recordo-me muito bem dela, recordação que ficou dos anos 60, quando trabalhava na Casa de Saúde de Coimbra e diariamente atravessava o rio utilizando uma estreita ponte de madeira que existia para as bandas onde foi construído o Açude-Ponte.
25 de ABRIL DE 1974 - VIAGEM AO PASSADO
Homenagem do "Meio Século" aos militares de Abril
Naquela madrugada de Abril,
Os soldados saíram à rua.
Eram comandados por um capitão valente,
E seus ideais eram nobres.
Isso ninguém desmente.
O nome desse capitão era Fernando,
Maia o apelido,
Esse homem já nos deixou,
Mas jamais será esquecido!
A ESCOLA NO CIMO DO MONTE
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| A Escola Nacional de Bombeiros |
À PROCURA DE AMIGOS

Rebusco na poeira do tempo
Os caminhos que percorri
Quem me lê me dá alento
Para descrever o que vivi
Não tenho o dom da palavra
Escrevo apenas o que sinto
E não trocava por nada
Este quadro que eu pinto
A todos desejo um bom Natal
Com muita paz e ternura
Agora vejo que, afinal...
Só não tem amigos quem não os procura!
Meio Século de Aprendizagens
Deseja a todos os seus visitantes um óptimo Natal e um próspero Ano Novo!
Os caminhos que percorri
Quem me lê me dá alento
Para descrever o que vivi
Não tenho o dom da palavra
Escrevo apenas o que sinto
E não trocava por nada
Este quadro que eu pinto
A todos desejo um bom Natal
Com muita paz e ternura
Agora vejo que, afinal...
Só não tem amigos quem não os procura!
Meio Século de Aprendizagens
Deseja a todos os seus visitantes um óptimo Natal e um próspero Ano Novo!
O REBUSCO DA AZEITONA
Ontem, fui à minha chácara colher azeitonas para retalhar e curtir em água. Este ano dá gosto ver as oliveiras carregadas de frutos sãos e brilhantes. Já há alguns anos que as não via assim tão bonitas aqui por estas bandas. Infelizmente muita da azeitona não vai ser aproveitada, pois devido aos elevados custos que comporta a sua colheita, aliada à dificuldade em encontrar lagares a funcionar na zona, muitos proprietários de oliveiras optam pelo seu não aproveitamento. A azeitona, que há alguns anos atrás era uma mais-valia para os pequenos agricultores, que nesta altura contratavam trabalhadores para a apanha, agora não dá para o trabalho. Durante a safra os campos enchiam-se de animação, ouviam-se cantigas, risos…EU NÃO SOU POETA
Comemora-se hoje o Dia Internacional das Bibliotecas Escolares. Como trabalho numa escola e gosto muito de livros e bibliotecas, resolvi publicar hoje, no meu blogue, um poema. Trata-se de um texto em verso que fiz há quatro ou cinco anos atrás e com o qual participei num concurso de poemas de amor promovido por uma rede de bibliotecas escolares. Claro que não obtive qualquer prémio, nem sequer recebi o certificado de participação que estava prometido para todos os participantes, pelo que deduzo que terá sido um insucesso absoluto. Mas o mais importante foi ter participado e como diz o Miguel Gameiro dos Pólo Norte: “Eu não sou poeta”!
Foi dado o seguinte mote para a elaboração do trabalho:
Foi dado o seguinte mote para a elaboração do trabalho:
“Que importa o azul do céu e o azul das águas?
O que procuro é gente
Que sinta o meu amor e as minhas mágoas!”
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